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Sábado, 06 de Junho 2026
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Quando o Concreto Dá Sinais: o DF encara o desafio de renovar seus viadutos históricos

O desabamento no Eixão Sul virou ponto de virada e impulsionou uma política permanente do GDF para recuperar estruturas envelhecidas e construir novos complexos viários com foco em segurança e futuro

Mariana Belfort
Por Mariana Belfort
Quando o Concreto Dá Sinais: o DF encara o desafio de renovar seus viadutos históricos
Joel Rodrigues/Agência Brasília
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O desabamento parcial de um viaduto no Eixão Sul, em 6 de fevereiro de 2018, na altura da Galeria dos Estados, expôs a fragilidade de estruturas viárias construídas há mais de meio século no Distrito Federal. O episódio não deixou vítimas, mas evidenciou a necessidade de intervenções estruturais profundas em pontes e viadutos da capital.

Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) passou a executar uma política permanente de viadutos, baseada em dois eixos complementares: a recuperação e prevenção estrutural de obras antigas, muitas delas sem intervenções profundas desde a inauguração de Brasília, e a construção de novos viadutos e complexos viários, voltados à ampliação da capacidade do sistema viário e à eliminação de gargalos históricos.

“Essas estruturas já tinham ultrapassado a vida útil prevista para o concreto. Depois de cerca de 50 anos, o material precisa passar por uma recuperação estrutural para continuar seguro”, afirma Carlos Alberto Spies, diretor de Planejamento e Projetos da Novacap. “Não se trata de estética, mas de segurança e de garantir uma nova vida útil às estruturas.”

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Mariana Belfort é jornalista com registro MTB/MTE 14338-DF. Apartidarismo, imparcialidade crítica e independência jornalística são preceitos básicos que norteiam sua conduta profissional e pessoal

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